Ontem eu assisti Marley e Eu no cinema. Acreditem, só chegou ontem no cinema aqui no interior da Bahia, e nem foi na minha cidade, foi na vizinha. Eu já sabia que eu ia chorar, mas assisti do mesmo jeito. O filme conta uma história linda do relacionamento de uma família inteira com um cachorro. No final é claro que eu chorei muito, ainda saí do cinema com raiva da veterinária do Marley, de mim que fui assisti já sabendo que eu ia chorar, da sensação triste que a perda de um cachorro traz.
De fato, perder um parente é muito ruim, um amigo, um amor, mas perder um cachorro é bem diferente de perder uma pessoa. Não é pior ou mais brando, é diferente. É um sentimento de vazio que a gente não imagina que vai sentir com a perda do animal, do companheiro.
Todas as cenas do filme são especiais, ele mostra com fidelidade o que é ter um labrador, e a participação do cão na vida da família toda. O final do filme é esperado, e tanto o dono, narrador, como a família conseguem exprimir exatamente o que costumamos sentir na mesma situação.
Claro que eu pensei na Bridgit, minha fox paulisitinha, cheguei em casa e abracei muiro minha bichinha. Hoje eu resolvi filmar uma parte do nosso café da manhã..
E, aproveitando que o Beto trabalhou hoje o dia todo e não lê o meu blog e hoje de tarde ela dormiu comigo na cama :)
Esse filme me acrescentou um pouco de sentimento no tratar dos animais que passam na minha mão, não posso me apegar, de fato, mas posso entender o sentimento do dono, que depois de um tempo, nós, veterinários, costumamos esquecer...
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